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Industriais participam de evento com presidente Jair Bolsonaro

O presidente do Sintex, José Altino Comper, o vice-presidente da entidade, Rui Altenburg, e um grupo de industriais catarinenses organizado pela Fiesc, participaram  de evento em Brasília com o presidente Jair Bolsonaro, nesta quarta-feira (11). Eles prestigiaram a solenidade de entrega do Grande Colar da Ordem do Mérito Industrial, promovida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI),  a mais importante homenagem prestada a autoridades pela indústria brasileira. 

“Foi um encontro  muito bom. O presidente  da CNI, Robson Braga de Andrade, fez uma ótima  explanação de como foi o ano para as indústrias, com as medidas  positivas do Governo Federal, como a reforma da Previdência, a menor taxa Selic da história, o aumento do faturamento da indústria, os recordes na Bolsa de Valores e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), no terceiro trimestre. Braga abordou também a necessidade de melhores condições de competitividade”, comentou Comper. O presidente do Sintex lembra que há 30 anos, a indústria representava 34% do PIB brasileiro e hoje está reduzida a cerca de 22%. “Mas, o governo está cumprindo com o que foi prometido e os resultados das novas medidas já estão apresentando resultados, mostrando que o País está trilhando o caminho certo”, destaca Comper.

O presidente Jair Bolsonaro comentou sobre a Medida Provisória apelidada de "Liberdade Econômica" e afirmou que "a grande mídia no Brasil tem que parar de olhar vocês [empresários] como bandidos".

Demandas catarinenses

Após a solenidade, o presidente da Fiesc, Mario Cezar de Aguiar, e industriais catarinenses dos setores de confecção e calçados participaram de reunião com o ministro Paulo Guedes para tratar das demandas de Santa Catarina, entregues em documento endereçado à Bolsonaro, especialmente no campo da infraestrutura, e da política nacional, onde as reformas são a grande prioridade.

Na área de infraestrutura, a Fiesc solicitou atenção especial para as rodovias, portos, ferrovias e concessões. No caso das rodovias, considerando que os principais corredores rodoviários catarinenses operam acima da capacidade, e que muitos segmentos necessitam de restauração e manutenção preventiva e rotineira, a entidade defende investimento para a continuidade de obras como a BR-163, BR-470, BR-280, BR-282, além de investimentos no Programa de Conservação, Restauração e Manutenção das Rodovias (Crema), do governo federal, para as rodovias 470, 280, 282, 153, 158, 163 e 101.

No campo tributário, entre as medidas, a Fiesc defende a desoneração da folha de pagamento, simplificação da complexidade tributária por meio da fusão de vários tributos, sem elevar a carga tributária atual, manter os regimes especiais Drawback e Recof/Recof-Sped e a compensação de tributos pagos não deverá ser maior que trinta dias, pois um prazo superior prejudica o fluxo de caixa das empresas. Na área de comércio exterior, a entidade defende a participação do setor produtivo na negociação para reduzir a Tarifa Externa Comum (TEC).


 



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