Notícias

“Sou de Algodão” inicia a segunda fase do projeto e busca parceiros

A Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa) já deu a largada para a segunda etapa do movimento Sou de Algodão desenvolvido pela consultoria Markestrat. Com o apoio institucional da Abit, a ideia é conscientizar a indústria e os consumidores dos benefícios dessa matéria-prima produzida nacionalmente. 

Se no primeiro momento a estratégia era alcançar estilistas, designers e promotores de eventos de moda, agora a Abrapa abre o leque para levar a informação às universidades, criar ações no PDV e na mídia, além de engajar empresários, marcas e redes varejistas na ação. Para isso, a entidade convida a fazer parte da campanha todas as marcas que respeitam diretrizes de sustentabilidade e adotam boas práticas sociais e ambientais, que tenham como premissa o respeito ao trabalhador e o uso racional dos recursos materiais e de energia. O objetivo desse trabalho é, através da informação, da divulgação das vantagens da matéria- prima e da associação positiva entre os atributos da fibra e os de quem a usa, fomentar o consumo no mercado interno.

Para fortalecer movimento, a Abrapa abre a possibilidade de parcerias e tem se reunido com diversas empresas para apresentar o projeto, com o objetivo de angariar parceiros e apoiadores. Poderão fazer parte do “Sou de Algodão” produtos com, pelo menos, 70% de algodão na composição de seus tecidos. As marcas parceiras receberão todo o suporte em materiais de ponto de venda, para identificar os produtos participantes do movimento, em suas lojas, assim como outros materiais para divulgação em ambiente digital.

De acordo com o presidente da Abrapa, Arlindo de Azevedo Moura, a ideia dos encontros é envolver a cadeia produtiva. "Queremos que mais empresas e instituições abracem o projeto, porque ele é benéfico de ponta a ponta da cadeia. Uma das características do setor do algodão é a capacidade de enxergar longe e investir em bons projetos", diz o presidente. "Nosso algodão é sustentável ambiental, social e economicamente graças ao engajamento geral de quem participa do processo produtivo. Ao mesmo tempo, somos reconhecidos mundialmente como uma origem de qualidade da commodity, o que pode gerar preferência no ponto de venda", complementa.

(Com informações da Abit)



Compartilhe:

<< Voltar