Mercado amplia para 1,80% previsão de queda do PIB em 2015

Veículo: Folha de S. Paulo

Seção: Mercado

Economistas e instituições financeiras ampliaram novamente a queda prevista para o PIB em 2015, que foi para 1,80%, quando considerado o centro das previsões (mediana). Há uma semana, esperava-se queda de 1,76%, segundo dados do boletim Focus do Banco Central.

Para 2016, é esperada recuperação de 0,20%, a mesma expectativa da semana passada.

Com a alta recente do dólar, que fechou julho cotado a R$ 3,42, as estimativas dos economistas também foram ajustadas para cima. Espera-se que a taxa de câmbio feche o ano em R$ 3,35. Há uma semana, a previsão era de R$ 3,25.

Para 2016, espera-se uma taxa de câmbio em R$ 3,39. Há uma semana, esperava-se uma taxa em R$ 3,40.

Economistas e instituições financeiras ampliaram novamente a queda prevista para o PIB em 2015, que foi para 1,80%, quando considerado o centro das previsões (mediana). Há uma semana, esperava-se queda de 1,76%, segundo dados do boletim Focus do Banco Central.

Para 2016, é esperada recuperação de 0,20%, a mesma expectativa da semana passada.

Com a alta recente do dólar, que fechou julho cotado a R$ 3,42, as estimativas dos economistas também foram ajustadas para cima. Espera-se que a taxa de câmbio feche o ano em R$ 3,35. Há uma semana, a previsão era de R$ 3,25.

Para 2016, espera-se uma taxa de câmbio em R$ 3,39. Há uma semana, esperava-se uma taxa em R$ 3,40.

IPCA E SELIC

A expectativa para inflação foi novamente ajustada para cima, e deve ficar em 9,25% —há uma semana, esperava-se inflação em 9,23%, acima do teto da meta do governo, de 6,50%.

Para 2016, foi mantida a previsão de uma inflação em 5,40%, acima do centro da meta, de 4,50%.

A taxa Selic deve ser mantida até o fim de 2015 nos atuais 14,25% ao ano, segundo as previsões. Para 2016, espera-se uma Selic em 12%.