Cenário nacional derruba em 45,2% as importações e em 68,7% as exportações em Americana

Veículo: Maxpress

Seção: Nacional e Mundo

O Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo) acaba de divulgar números do setor têxtil e de confecção da região de Americana (SP). As importações de têxteis e confeccionados na região, no acumulado entre janeiro e maio deste ano, diminuíram 45,2% em valor (US$), passando de US$ 26,17 milhões para US$ 14,29 milhões. Já as exportações caíram 68,7%, passando de US$ 7,06 milhões para US$ 2,20 milhões. O déficit na balança comercial foi de 36,73% menor em relação ao mesmo período de 2014 (dados sem fibra de algodão/ MDIC).

Emprego
Já no que diz respeito aos empregos em Americana, segundo dados do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o nível de emprego no setor têxtil apresentou uma curva levemente positiva na região em maio, com aumento de 0,93%. O segmento de vestuário manteve-se estável no período. Números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) mostram que, o saldo de postos de trabalho, de janeiro a abril, em Americana, ficou negativo em 154 no setor têxtil e 87 no setor de confecção.
Em Santa Bárbara d’Oeste, segundo dados do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o nível de emprego no setor têxtil apresentou uma curva levemente positiva em maio, com aumento de 1,80%. O segmento de vestuário teve queda de 8,24% no período. Números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) mostram que, o saldo de postos de trabalho, de janeiro a abril, em Santa Bárbara d’Oeste ficou negativo em 19 no setor têxtil e 62 no setor de confecção.
Já em Sumaré, o saldo de postos de trabalho ficou negativo em 5 no setor têxtil e foi positivo em 1 no setor de confecção. Em Campinas, segundo dados do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), o nível de emprego no setor têxtil apresentou uma curva levemente negativa em maio, com queda de 1,44%. O segmento de vestuário também teve recuo de 0,38% no período. Números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) mostram que, o saldo de postos de trabalho, de janeiro a abril, em Campinas, ficou negativo em 89 no setor têxtil e 49 no setor de confecção. Em Hortolândia, o saldo de postos de trabalho ficou negativo em 1 no setor têxtil e foi positivo em 5 no setor de confecção.

Números do Quadrimestre do setor têxtil e de confecção 
no Estado de São Paulo

Produção Física
No primeiro quadrimestre deste ano, na comparação com igual período de 2014, a produção física do segmento têxtil do Estado de São Paulo teve queda de 8,1% e a do vestuário, de 15,4%. A indústria de transformação como um todo apresentou recuo de 7,1%.

Empregos
Quanto aos empregos, o setor têxtil e de confecção paulista deixou de gerar 2.722, no primeiro quadrimestre, contra 4.083 gerados no mesmo período de 2014. O saldo de postos de trabalho em abril foi negativo em 1.586, contra 397 positivos em igual mês do ano passado. 

INVESTIMENTOS
No que tange à importação de máquinas e equipamentos no Estado de São Paulo, nos meses de janeiro a março de 2015, houve queda de 18,3% em relação ao mesmo período de 2014. O montante recuou de US$ 93 milhões, em 2014, para US$ 76 milhões, em 2015.
Varejo
No acumulado de janeiro a março de 2015, em relação ao mesmo período de 2014, o volume de vendas caiu 2,1% e a receita nominal,0,3%.
No comparativo entre março de 2015 e o mesmo mês de 2014, houve redução de 2,8% em volume de vendas e de 1% na receita nominal. 

Comércio Exterior
As importações de têxteis e confeccionados no Estado de São Paulo, no acumulado entre janeiro e maio deste ano, diminuíram 6,1% em valor (US$), passando de US$ 927 milhões para US$ 870 milhões. Já as exportações caíram 20,39%, passando de US$ 163 milhões para US$ 130 milhões. O déficit na balança comercial foi de 3,06% menor em relação ao mesmo período de 2014 (dados sem fibra de algodão).