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Côrte destaca gestão compartilhada e anuncia criação do fórum da indústria

Ao assumir a presidência da entidade, Glauco José Côrte, anunciou a criação do Fórum da Indústria Catarinense, órgão colegiado que terá a participação de empresários das principais cadeias produtivas, com o objetivo de apoiar a formulação de estratégias voltadas à indústria.

A solenidade de posse teve a participação de presidentes de dez federações de indústrias, do governador Raimundo Colombo, da ministra de relações institucionais, Ideli Salvatti, deputados federais e estaduais, além dos três senadores do estado.

Côrte, que assume o Sistema FIESC numa conjuntura em que a economia internacional passa por um momento crítico, afirmou que a principal bandeira do programa de gestão será a competitividade da indústria. "É claro que isso preocupa. Mas não nos atemoriza. Reforça a nossa determinação de tudo fazer e, ainda mais, para reverter o quadro desfavorável que se forma para as indústrias catarinenses, particularmente em relação à sua competitividade, representada pela capacidade de igualar ou superar os concorrentes", disse. Nesse sentido destacou a importância do engajamento dos sindicatos de indústrias e dos vice-presidentes regionais e diretores, que representam a Fiesc em todo o estado.

O empresário citou o estudo Competitividade Brasil 2010, da CNI, que compara as condições de competitividade de 13 países com as brasileiras e revela que, em todos os fatores que afetam diretamente a competitividade das empresas, o Brasil se situa no terço inferior do ordenamento dos países selecionados, os quais, por suas características econômico-sociais ou por seu posicionamento no mercado internacional constituem um referencial para avaliação do potencial competitivo das empresas brasileiras. Esses países são África do Sul, Argentina, Austrália, Canadá, Chile, China, Colômbia, Coréia, Espanha, Índia, México, Polônia e Rússia. "É por essa razão que inscrevemos a competitividade internacional da indústria catarinense no frontispício de nosso programa de gestão para o próximo triênio", afirmou.

Focado na competitividade, o presidente eleito assumiu o compromisso de orientar o trabalho das entidades do Sistema na melhoria da educação, duplicando o número de matrículas do ensino profissionalizante e, com apoio da indústria, até triplicando o número no programa de educação de jovens e adultos. Também destacou a implantação de centros de referência e centros de tecnologia de alta performance para atuar  nos principais segmentos industriais como indutor tecnológico.
Com informações da Fiesc (www.fiescnet.com.br)


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