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Setor têxtil ainda enfrenta problemas

“Parabéns, o governo se mexeu, mas ainda não temos o detalhamento das propostas anunciadas e o problema não está resolvido”, destaca o executivo. Ele cita alguns extremos já encontrados dentro do plano, em especial dentro do setor intensivo de mão-de-obra, como o têxtil. “Todos aguardavam pelo pacote de desoneração da folha de pagamento, mas existem casos de empresas em que a tributação sobre o faturamento é maior do que a desoneração da sua folha, ou seja, vai pagar mais impostos”, afirma Kuhn.

O presidente do Sintex também critica a demora em resolver os problemas comerciais com a Argentina. O setor têxtil sofre há anos para conseguir as licenças comerciais com o país vizinho e desde a semana passada, a nova ordem do secretário de Comércio Interior da Argentina, Guilherme Moreno, chamada de 1 por 1, incomoda a indústria têxtil. Foi a ampliação do leque de setores obrigados a exportar o mesmo valor que importam. “Como uma rede varejista, que compra produtos têxteis brasileiros, vai exportar o mesmo que importa se não é produtora?”, questiona Kuhn.



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