Primeira semana de setembro tem superávit de US$ 138 milhões

Veículo: Netmarinha
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Nos três dias úteis da semana, exportações fecharam em US$ 2,616  bilhões e importações em US$ 2,478 bilhões

 


A balança comercial brasileira registrou exportações de US$ 2,616 bilhões (média diária de US$ 872 milhões) na primeira semana de setembro de 2010, enquanto as importações foram de US$ 2,478 bilhões (média de US$ 826 milhões). Como consequência, nos três dias úteis da semana (1º a 5), a corrente de comércio - soma das exportações e importações - chegou a US$ 5,094 bilhões (média de US$ 1,698 bilhão) e o saldo comercial - diferença entre as duas operações - foi superavitário em US$ 138 milhões (média de US$ 46 milhões).

 


Comparando a primeira semana de setembro com agosto último (média diária de US$ 874,4 milhões), o resultado médio das exportações recuou 0,3%, motivado pela diminuição nas vendas de produtos básicos (-8,9%). Por outro lado, houve aumento nas vendas de bens manufaturados (7,9%) e de bens semimanufaturados (7,3%).

 


Em relação a setembro de 2009 (média diária de US$ 660,1 milhões), houve acréscimo de 32,1% nas exportações, por causa de aumentos nas vendas de básicos (45,1%), - milho em grão, minério de cobre, minério de ferro, petróleo e algodão; semimanufaturados (34,8%) - óleo de soja em bruto, catodos de cobre, açúcar em bruto e couros e peles; e manufaturados (19,4%) - suco de laranja não congelado, máquinas e aparelhos para terraplanagem, veículos de carga, tratores, automóveis de passageiros, partes de motores para veículos, açúcar refinado e bombas e compressores.

 


Nas importações, a média diária da primeira semana de setembro de 2010 ficou 8,2% superior a de agosto deste ano (US$ 763,5 milhões), por causa do aumento nas vendas de aeronaves e partes (91,3%), combustíveis e lubrificantes (40,4%), veículos automóveis e partes (30,3%), instrumentos de ótica e precisão (20,6%), adubos e fertilizantes (19,5%), cereais (17,4%) e siderúrgicos (5%). Em relação a setembro de 2009 (média diária de US$ 597,8 milhões), houve aumento de 38,2% nas importações. Cresceram os gastos com siderúrgicos (127,4%), veículos automóveis e partes (79,2%), aeronaves e partes (77,6%), combustíveis e lubrificantes (65,6%), borracha e obras (63,2%), equipamentos mecânicos (37,9%), plásticos e obras (35,6%) e equipamentos eletroeletrônicos (24%).


Com informações MDIC