Reforma tributária injetaria R$ 160 bi por ano na economia

Veículo: Estadao.com.br
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3 de agosto de 2010 | 9h26

Sílvio Guedes Crespo

Atualizado às 10h03

A proposta da entidade Movimento Brasil Eficiente fez as contas e concluiu que, se os tributos pagos no Brasil representassem apenas 30% do PIB (Produto Interno Bruto), e não 36%, como acontece hoje, a economia ganharia, na forma de produção e consumo, R$ 160 bilhões por ano até 2020. Os dados foram publicados em reportagem do jornal Brasil Econômico.

A reportagem aborda os discursos de candidatos à Presidência sobre a reforma tributária. Resumidamente, José Serra (PSDB) propõe atacar a carga tributária aos poucos; Dilma Rousseff (PT) quer desonerar o investimento e a folha de pagamento.

Ao analisar as propostas, o diário considera que ambos tratam a questão “de forma tímida”, ao propor simplificação de taxas e desoneração de investimento.

Mas tanto no governo petista, em âmbito federal, como na administração tucana, em São Paulo, a carga tributária aumentou. No governo federal, passou de 19,4% do PIB em 2003 para 21,1% em 2008; em SP, 8% do PIB estadual em 2003 para 10,8% em 2007 (não há dados de 2008).

Os números foram compilados pelo Núcleo de Estudos Fiscais (NEF) da Fundação Getúlio Vargas, a pedido do jornal Brasil Econômico.

Leia a reportagem no site do Brasil Econômico (restrita a assinantes)